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Amiga de Verdade.... Só a Rafa....  escrito em sexta 14 dezembro 2007 21:05

 

Amizade é algo que não se explica, muito menos se escolhe... ok, você provavelmente deve estar pensando, como assim não se escolhe???? Eu escolho meus amigos sim!!!!!
Ok, ok... até concordo com você caro leitor... escolhemos amizades sim, mas na maioria das vezes somos escolhidos... e é exatamente assim que me sinto em relação a Rafa.
Relacionamentos nos dias de hoje são superficiais, virtuais então, sem comentários. Sinto-me uma privilegiada neste sentido. Há quase sete anos, tive a feliz idéia de entrar em um chat (olha que milagre, porque quem me conhece bem, sabe como eu odeiooooo chat), sabe aqueles dias que você não tem absolutamente nada pra fazer, está entediada na frente do pc, pois é, foi num dia assim que minha vida se encheu de graça (e bota graça nisso, eita menina palhaça quando quer me fazer rir)...

A principio a Rafa se mostrou uma menina muito fechada em seu próprio mundinho, mais aos poucos fomos nos conhecendo e ela foi se abrindo, se abrindo e misericórdia, agora me conta até o que eu não quero saber, hahahahha.

A Rafa é aquela pessoinha especial que não importa em que fase ou momento da vida eu estou, ela sempre tem uma piadinha pra me fazer rir, sempre um sermão quando estou sendo teimosa demais (e convenhamos, sou teimosa a perder de vista), sempre uma palavra de apoio pra me deixar forte, enfim, ela é uma caixinha de surpresas.

Brigas????? Ahhh houve várias claro, tenta discordar dela quando a bicha ta braba, ai ai ai, sai de baixo, mas todas acabaram com a famosa frase : "Realmente você tinha razão!!!", de ambas as partes. Ela esteve ao meu lado nos melhores e piores momentos da minha vida, sempre ali, se não era no msn, era no orkut, era por email, não importa, sempre, sempre, sempre do meu lado se fazendo presente.

Esteve ao meu lado no começo, meio e fim do meu relacionamento com o Maury, ahhh e em todos os fins e recomeços que essa novela teve, em todos os meus problemas com o Luciano, nas minhas brigas familiares, nas minhas conquistas profissionais, nas minhas loucuras mais insanas questionando os porquês da vida.

Generosidade é uma das suas maiores qualidades, amiga, companheira, irmã, mega confiável, síncera, honesta. Defeitos, ainda não encontrei nenhum que valesse a pena ressaltar, pois suas inúmeras qualidades tornam seus defeitos uma comédia.

Ainda não nos conhecemos pessoalmente, mas isso ocorrerá em breve, a Rafaela foi o anjo que Papai do Céu enviou para tornar minha vida mais colorida. Nossa amizade é tão forte que um dia sem uma falar com a outra ficamos loucas.

Rafa, obrigado por tudo, amo você!!!!

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A Morte Não Está Nem Aí Para Nós  escrito em sábado 31 outubro 2009 05:56

Blog de cantinhodanina :Cantinho da Nina, A Morte Não Está Nem Aí Para Nós

 

A violência está banalizando a morte individual. Depois de certa idade, começamos a pensar na morte. Meu avô me disse uma vez: “Acho triste morrer, seu Arnaldinho, porque nunca mais vou ver a Av. Rio Branco...”. Isso me emocionou, pois ele ia diariamente ao centro da cidade, onde tomava um refresco de coco na Casa Simpatia, depois passava na Colombo, comprava goiabada “cascão”, queijo de Minas, e voltava para casa, de terno branco e sapato bicolor. Entendo meu avozinho, porque o morto fica desatualizado logo, logo. As notícias vão rolar e eu nada saberei. Haverá crises mundiais, filmes que estréiam, músicas lindas, e eu ficarei lá embaixo, sem saber das novidades. “Como morrer num dia assim, com um sol assim, num céu assim?” - cantou Olavo Bilac. Como ficar por fora das artes, da política, das doces fofocas?

O Dráuzio Varella acaba de escrever um livro, que sairá brevemente, onde ele conta suas experiências no contato com a morte em sua profissão de cancerologista. No livro, vemos que a morte é variada. Não há uma só morte. Há um menu de mortes. As mortes são vividas de mil maneiras, ou melhor, não se vive a morte, óbvio, pois o que há são os últimos minutos no furo da tragédia, no olho do fim. Filosofar sobre a morte não dá em nada. A morte não está nem aí para nós. Ela nos ignora, ignora nossos méritos, nossas obras. Ela é simples, uma mutação da matéria que pouco se lixa para nós. Só nos resta viver da melhor maneira possível até o fim. Há muitos anos, pegou fogo no edifício Joelma em S.Paulo, torrando dezenas. Até hoje eu me lembro da foto em cores de um homem de terno, pastinha James Bond, agachado numa janela do vigésimo andar, com o fogo às costas. Seu rosto mostrava dúvida: O que é melhor para mim? Morrer queimado ou me jogar? Ele se jogou.

Às vezes, quando tenho vontade de morrer, penso: E vou perder o espetáculo da vida? Por exemplo, escrevo agora diante do mar da Bahia. Vou deixar esse grande céu azul colado no grande mar azul que bate em pedras negras há milhões de anos, com o sol se afogando no horizonte? Vou sair dessa eternidade para ir aonde? Daí, penso: já estamos na eternidade, o universo é a eternidade e viver é ter o infinito privilégio de ver Deus, que está entranhado em tudo. Sei que o “viver” humano é doloroso por ser um “exílio”, por termos perdido a simbiose com a natureza, perdido a paz dos pássaros, macacos e peixes. Mas, apesar dessa dor do exílio - que nos deu a
linguagem (essa maravilhosa anomalia) - temos a chance de ver o universo de fora, estando dentro. Parafraseando Cezanne, somos a consciência do universo que se pensa em nós. A gente acha que verá Deus quando morrer. Essa é a grande burrice. Deus é isso ai, Deus está nos telescópios, Deus é o hidrogênio que está em toda parte. Deus não está no universo. Deus é o universo. Deus não está em nós. Deus é nós. Viver é ver Deus, ali, na galáxia e no orgasmo, no buraco negro e no coração batendo. Mas, como a vida é em geral uma bosta social e política, no deserto do Iraque ou na miséria carioca, imaginamos que Ele esteja em outro lugar. Não. Está aqui, escrevendo comigo, movendo meus dedos, espelhando o mar da Bahia em meus olhos cansados. (Santo Deus, como a boneca está filosófica, hoje).

Por isso, quando me penso morto, eu, o único que não irei ao meu enterro, tremo de pena de mim mesmo. Deixarei de ver, para ser natureza cega. Por exemplo, acho triste a lagoa azul e roxa no fim da tarde e eu longe, sem ver nada. Como? O jazz tocando num piano bar e eu ausente? Não terei saudades de grandes amores, mega-shows do mundo de hoje, excessivo e incessante. Não. Debaixo da terra, terei saudade de irrelevâncias essenciais para mim, terei saudades de algumas tardes nubladas de domingo que só o carioca percebe, quando fica tudo parado, com os urubus dormindo na perna do vento, com o radinho do porteiro ouvindo o jogo, terei saudades do cafezinho, de beiras de botequins, do uisquinho ao cair da tarde em Ipanema - minha morte é carioca.

Terei saudades dos raros instantes sem medo ou culpa, de momentos de felicidade sem motivo que sentia ao ouvir, digamos, “Sophisticated Lady”, no sopro arfante do sax de Ben Webster & Billy Holliday, mas não terei saudades do excesso de sangue e de notícias, nada do mundo febril, só quietudes, Erik Satie, João Gilberto, Matisse, Rimbaud, João Cabral, “Cantando na Chuva”, terei saudades de Fred Astaire dançando “Begin the Beguine” com Eleanor Powell felizes para sempre dentro do universo onde estamos, nada de grandes prazeres globais, só calmarias, “Deus e o Diabo”, “Oito e Meio”, Pina Bausch, o silêncio entre amigos na paz de um bar, papos de cinéfilo, risos proletários e camaradagem de subúrbio, Lapa, Av. Paulista de noite, a “chacona” da Partita em Ré-Menor de Bach, Francis Ponge que também amava o irrisório, o samba com o clima de amor que nos envolve nas rodas pobres, Noel Rosa, pernas cruzadas de mulheres lindas e inatingíveis, terrenos baldios do subúrbio antigo, Paris (claro), uma corrida de Zizinho com a bola quando entendi a grande arte que Pelé depois recriou, o tremor de medo e desejo da mulher na hora do amor, a timidez, a delicadeza, a compaixão, a súbita alegria de uma vitória, a frágil lua nova, Borges, Eça de Queiroz, um fecho de ouro de orquestra ou de poema, o prazer da arte, Fellini, Chaplin, Shakespeare e Tintoretto em Veneza para sempre, terei saudades do odor de madressilvas, da fome de amor entre os jovens, da simpatia, do desejo nos rostos e do Brasil, claro, do meu Brasil.

O Dráuzio me falou uma vez sobre duas mortes: súbita ou lenta. Você, frágil leitor, qual delas prefere? O súbito apagar do abajur lilás, num ataque cardíaco, ou o lento esvair da vida, sumindo com morfina? Eu queria morrer como o velho Zorba, o grego, em pé, na janela, olhando a paisagem iluminada pelo sol da manhã. E, como ele, dando um berro de despedida.

 

(Arnaldo Jabor) 

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Escolhendo a Minha Vida  escrito em domingo 25 outubro 2009 05:55

Blog de cantinhodanina :Cantinho da Nina, Escolhendo a Minha Vida

 

As escolhas de cada dia nos levam, por vezes, a caminhos tortuosos, desconhecidos. O desconhecimento de onde podemos chegar com tais escolhas e o medo que dele advém, na realidade, são os verdadeiros impedimentos para “seguir adiante”. As opções e ações que destas provêm ficam, então, paralisadas momentaneamente ou são aceleradas pelo desespero.

Por que muitas pessoas vêem as ESCOLHAS como entraves ao seu crescimento enquanto seres humanos?

Por que as ESCOLHAS são percebidas como dificuldades e não como facilitadoras de um viver mais saudável e responsável?

O que significa ESCOLHER?

Este texto se propõe a ser um desencadeador de reflexões sobre este tema tão relevante, posto que escolhemos a cada instante. Também as escolhas são um desafio: a cada momento escolhemos SER o que SOMOS, e a nossa constante construção no dia-a-dia é um desafio que assumimos a cada instante de nossas vidas.

Um grande escritor francês chamado Jean-Paul Sartre, certa vez disse: “A liberdade é aterradora”. Hoje me pus a pensar sobre esta pequena frase. A liberdade pressupõe a ESCOLHA, já que temos o livre-arbítrio para seguir pelo caminho que quisermos. Se nos voltarmos para nossa adolescência, por exemplo, recordaremos o quanto a vivência da escolha era intensa nesta fase. No entanto, nesta fase, o desejo de liberdade, de afirmação do que se pensa, sente está em consonância com a afirmação da personalidade, que muitas vezes ocorre em contraposição àquilo que os adultos (principalmente os pais) pensam, falam e sentem.

Escolher roupas, amigos, novos comportamentos, eram marcas daquela fase em que o EU se sobrepunha ao TU. Já alcançando a vida adulta, as ESCOLHAS vão se modificando e os seus motivos já não mais se tornam focados na afirmação de uma personalidade em construção. O ato de ESCOLHER transforma-se no que Sartre chamava “aterrador”, para muitos adultos. O preço da escolha já não é mais o sabor da “aventura”, senão o sabor de viver e ser responsável pela vida que se vive.

Na realidade, a responsabilidade sempre existiu, desde os tempos mais remotos. No entanto, ela cresce na medida em que também crescemos em maturidade e liberdade de agir. Os pais vão aprendendo a “delegar” aos filhos a responsabilidade por suas próprias vidas. Os filhos começam a aprender o que é ser responsável por suas atitudes. A responsabilidade existe e também a consciência sobre aquilo pelo que sou responsável. A capacidade de escolha aumenta na medida em que a maturidade e a consciência de que somos RESPONSÁVEIS e NÃO CULPADAS por nossas escolhas e atitudes, se desenvolve. Aliás a CULPA é um dos nossos principais inimigos em qualquer processo de ESCOLHA e CRESCIMENTO.

E o que é sentir-se culpada, senão sentir uma enorme onipotência? Sim, se eu sou culpada de algo tão grande assim, sinto um enorme poder de agir e “atrapalhar” a vida de muitas pessoas. Esqueço-me de que estas pessoas também escolhem viver e agir, que também pensam, sentem, atuam. Não somente a mim cabe o processo de escolha, senão a todos os seres viventes deste planeta.

O sentimento de CULPA também me impede de seguir adiante. É um pedido de “adiamento”. É um atestado de “não posso escolher, sinto-me culpada, confusa, etc.” Portanto, não estou apta a escolher neste momento. E assim, mantenho-me numa “corda bamba”, na angústia de não estar aqui nem lá e de viver em duas ou mais realidades paralelas, sem optar e sem estar por inteiro em uma delas. Começa o “jogo do SE”. Se eu fizer isso, o que acontece? Se eu agir daquele modo, que irá ocorrer? No entanto, este jogo torna-se mais aterrador, posto que a realidade não é feita de respostas fixas e imutáveis. Como uma onda que vai e vem, e que a cada dia se porta de um modo: algumas vezes bravia, outras calma e tranqüila, só podemos realmente saber O QUE É ESCOLHER, ESCOLHENDO.

E cada escolha que faço ou cada escolha que não faço, é uma escolha. Se não escolho diretamente, permito que os outros escolham por mim. Se adio indefinidamente uma escolha, permito que o outro escolha “por mim”, porque, na realidade, ele escolhe também por ele. Minha realidade encontra-se permeada por diversas pessoas. As escolhas destas pessoas também afetam a minha vida. No entanto, eu posso decidir e agir de modo a escolher a intensidade em que os outros podem afetar a minha vida.

Parece complexo, não? Mas é verdade. Imagine que você acorda todos os dias e que você, desde o momento em que desperta até o momento de dormir, faz escolhas – sejam pequenas ou grandes escolhas. Você escolhe a roupa que irá usar, o que irá comer no café da manhã, se irá comer ou não, qual será o seu humor durante o dia. Sim, tudo aquilo que pensamos e sentimos são reflexos de como percebemos tudo o que vivemos. Isto também é uma escolha. Decidimos que caminho seguir em nossa profissão, casamento, filhos, amigos, em que acreditar, em que não acreditar, estes são apenas alguns exemplos. Tudo isso, são expressões do que somos enquanto seres humanos.

Nossas escolhas estão diretamente relacionadas com aquilo que acreditamos, com aquilo que percebemos e sentimos. E o que percebemos, sentimos e pensamos são também escolhas que aprendemos a fazer. Nossa história de vida está diretamente relacionada com o modo como realizamos escolhas. No entanto, ela não nos impede de avançar quando temos uma dificuldade, se decidimos realmente acreditar que no presente, no atual momento, posso aprender a fazer algo melhor e mais justa comigo mesma: escolher minha própria vida. Não deixar que os outros escolham por mim, mas eu mesma “segurar o leme de minha vida em minhas mãos”.

Escolher demanda desejo de viver e de atuar como atriz principal em minha vida, e não como coadjuvante. É um processo que exige consciência daquilo que tenho como objetivo, meta em minha vida, por vezes a dificuldade em perceber aquilo que realmente desejo, ou a falta de energia para seguir adiante, também podem ser fatores bloqueadores da escolha. Neste momento, o processo de psicoterapia, seja ele em grupo ou individual, pode atuar como facilitador do processo de conscientização daquilo que desejo, preciso e das energias necessárias para atuar de modo mais intenso em minha própria vida.

ESCOLHER e AGIR são processos essenciais na construção de uma vida sadia, responsável e feliz. Demanda força, coragem, consciência e energia. É um processo bonito, é o processo da vida, é o processo que me garante ser inteiramente humana – sujeita a quedas, tropeços e re-erguimentos, que fazem parte da vida. A melhor escolha que fazemos é aquela que fazemos e as que decidimos desta para frente. A melhor vida que vivemos é aquela que vivemos com consciência e responsabilidade pelo que somos.

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O Que Acontece Quando Somos Traidas  escrito em sábado 17 outubro 2009 03:54

Blog de cantinhodanina :Cantinho da Nina, O Que Acontece Quando Somos Traidas

 

A traição é, com certeza, um dos maiores dramas sentimentais e talvez o que mais provoca dor no ser humano. Uma das coisas que mais fazem perder a cabeça em um relacionamento é o ciúme acompanhado do medo de ser traída. A traição é devastadora. Destrói o relacionamento e também a auto-estima da traída. Lidar com a situação de ter sido traída não é fácil. Além da dor, muitas vezes insuportável, a traição nos obriga a tomar decisões que não estavam em nossos planos. Então como lidar com tudo isso???

Homens e mulheres sentem a mesma dor ao serem traídos. O que muda é a forma como resolvem lidar com isso. Hoje, os homens começam a manifestar mais a dor e o sofrimento e buscam auxilio nessa situação. Já as mulheres, segundo a  história da trajetória feminina de opressão e discriminação, se fortaleceram quanto as dores e maus tratos o que pode possibilitar a recuperação da traição em um tempo menor do que os homens.

Diante da constatação da traição, vale a pena, antes de tomar uma medida precipitada, de ter uma crise nervosa, conversar com o parceiro e esclarecer toda a situação. Se a traição aconteceu, é porque a relação não vai bem.

Se você foi traída não deve sentir culpa nesse momento ou colocar-se como vítima. O mais importante agora é descobrir o que levou seu companheiro a agir dessa maneira. Escute o que o outro tem a dizer e faça uma avaliação da situação: vale a pena ou não levar esse relacionamento adiante??? É preciso agir de forma mais sábia. Não é para se fazer de boa samaritana, aquela que tudo entende, tudo compreende e aceitar que lhe façam de gato e sapato. Essa atitude também não ajuda em nada, muito pelo contrário, toda a raiva e mágoa represada acabam por prejudicar.

Pela complexidade e polêmica que a infidelidade provoca, existem alguns mitos sem fundamento. Um deles é o de que a maioria das traições destrói os casamentos. Cerca de 30% dos traídos terminam a relação. A maioria de homens e mulheres brigam, choram, xingam, fazem escândalos, arrumam as malas, vão embora, mas depois de passado esse momento, procuram esquecer o que passou. O maior obstáculo nesses casos é conseguir ultrapassar o choque inicial. Uma informação surpreendente é que 90% dos casais traídos não se separam. E 35% dos traídos terminam a relação, ou seja: mais da metade procura manter o casamento mesmo assim.

É possível perdoar uma traição dentro do relacionamento???

A traição rompe o trato com a confiança e enfraquece qualquer vínculo. Um relacionamento que sobrevive a uma traição muda de formato porque a relação não é mais a mesma e nem os parceiros são os mesmos.

Para que serve o perdão??? O perdão oferece a possibilidade de conseguir liberdade e alívio. Quando perdoamos e somos perdoados nossas vidas sempre se transformam. As doces promessas do perdão são mantidas. E começamos uma nova relação conosco e com o mundo. Perdoar só precisa de uma mudança na percepção, outra maneira de ver as pessoas e as circunstâncias que nos causam dor e sofrimento.

É muito difícil perdoar uma traição. Perdoar ou não depende de cada pessoa ou do tipo de relação que existe. Caso a decisão seja por perdoar e continuar o relacionamento, não relembre o assunto a cada discussão. Usar a traição sempre como arma em outras discussões só trará estresse e desgaste. Perdoar é esquecer. Se não houve esquecimento, não houve perdão. Então, o melhor a fazer é terminar o relacionamento.

Mas se você optou por perdoar, continuar em frente, muitas vezes a relação precisa passar por uma avaliação, uma repaginação, novos contratos terão de ser feitos, nesse caso se vocês acharem que não conseguirão isso sozinhos, não hesitem, busquem auxílio profissional. Acompanhe o depoimento de quem já enfrentou a traição do companheiro.

A dor da traição é muito grande. Os sentimentos de amor e ódio se misturam. Quando amamos uma pessoa verdadeiramente, a traição é como uma facada no peito e nas costas. A dor é insuportável. E o pior de tudo, é que demora pra passar e esquecer.

Quando desconfiei de que algo errado estava acontecendo em minha relação tentei conversar, mas a pessoa que estava comigo, sempre mudava de assunto e dizia que não tinha nada a ver o que eu estava pensando. Até que comecei a prestar mais atenção nas coisas que fazia. Conversava com outra pessoa pela internet, na sala de bate papo, dizia que iria sair para resolver problemas de trabalho, quando na realidade, ia ao motel com outra, entre outras situações que acabei infelizmente, presenciando.

Quando a bomba estourou, foi uma decepção muito grande,depois senti que os meus sentimentos se misturavam. Sentia que amava, mas sentia um ódio inexplicável, devido a tantas mentiras. Tive vontade de bater na cara, mas não tive coragem. O que mais me deixou inconformada, é que eu tentei sempre conversar e a pessoa nunca teve coragem de abrir o jogo e o pior,  fiquei sabendo de tudo por uma amiga em comum. Tentei perdoar, mas a mágoa ficou foi muito maior. Não consegui ficar mais junto a essa pessoa, pois, não confiava mais.

Não acredito que conseguiria ficar ao lado de uma pessoa que já me traiu. Por isso, das relações que tive, quase todas terminaram por traição, em nenhuma delas retornei a relação, pois, não acredito em uma relação sadia depois de um ato como esse.

Eu acho que ninguém perdoa sem ter alguma muleta para se escorar. É difícil engolir que o cara que você gosta transou com outra.

Não estou julgando ninguém, mas acho que quem perdoa é porque tem interesses que se sobrepõe aos sentimentos.

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5 Coisas Que Detonam Um Namoro  escrito em terça 13 outubro 2009 03:53

Blog de cantinhodanina :Cantinho da Nina, 5 Coisas Que Detonam Um Namoro

 

Ficar solteira não é nada fácil, principalmente quando todas as suas amigas mais próximas estão namorando. Até mesmo quando você resolve sair com as raras amigas solteiras como você, tudo o que lhe cerca são casais felizes e apaixonados. Mas convenhamos se ficar solteira é difícil, namorar é muito mais. Para um relacionamento dar certo e durar é necessário bem mais do que o gostar um do outro.

Os segredos do que fazer para que isso aconteça são complicados, complexos e cariados demais, porém o que “Não Fazer” é uma especialidade da casa.

Após acompanhar inúmeros casos com as minhas amigas e até mesmo analisando alguns dos meus relacionamentos passados, listo cinco coisas que mais podem detonam com um relacionamento.

 

·         Convivência Excessiva

Quando gostamos muito de alguém, o que mais queremos é ficar o tempo todo juntinho dessa pessoa, estar presentes em todos os momentos disponíveis e imagináveis. Mas esse “o tempo todo” não precisa ser literalmente todos os dias. Para um relacionamento dar certo, antes de pensarmos no casal em si, devemos pensar em nós mesmas. Reservar uns dias para sair com as amigas, para passar um tempo em família, estudar... Alem do que passando muito tempo juntos, como vamos sentir saudade??? Um pouco de saudade sempre faz bem, não é mesmo???

Então analise comigo, sair com o namorado 7 dias por semana torna o relacionamento um tanto quanto sufocante.

 

·         Ciúme Exagerado

Que atire a primeira pedra quem nunca sofreu ou sofre desse mal.

Parando para pensar e analisando friamente as situações nas quais já sofri demais por esse mal, o sentimento de posse que sentimos está longe de ser amor. Querer controlar os passos do nosso namorado, desconfiar de tudo e de todos e afastar o nosso namorado dos amigos são atitudes que ao invés de aproximar, só distanciam ainda mais a pessoa de você. Quem ama de verdade tem que confiar e acima de tudo dar espaço para o outro viver a própria vida.

 

·         A Velha Mesmice de Sempre (ou mais conhecida como rotina)

Imagine comigo: todos os sábados vocês vão ao cinema, sexo aos domingos, as quartas-feiras voce vai a casa dele jogar vídeo game. Fazer sempre a mesma coisa mina qualquer namoro. Sair da rotina, mudar a programação, apimentar o sexo são pontos chaves para manter a chama do namoro e principalmente da paixão acesas.

 

·         Falta de Dialogo e de Respeito

Namoro sem uma boa conversa nunca dá certo. Se conversando já é fácil se desentender, imagina sem falar nada?? Sempre que pintar alguma duvida ou quiser esclarecer algo, discutir ou apenas desabafar, fale com seu namorado. Porem nada de ofensas. Uma vez que você aceita receber ofensas ou começa a ofender, o respeito vai por água abaixo. E namoro sem respeito é baixaria.

 

·         Interferência de Terceiros

Deixar a família, os amigos ou quem quer que seja interferir no seu relacionamento é atirar no próprio pé. Do namoro quem tem que saber é o casal e mais ninguém. Tomar decisões por influencias dos outros vai acabar com a paciência do seu namorado. Isso não quer dizer que você não deva ouvir conselhos... Porem não deixe ninguém ficar dando muito palpite na sua vida amorosa.

 

Com muito respeito, confiança, carinho e inovação, todo namoro pode dar certo!!!

 

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