Home Data de criação : 07/12/14 Última atualização : 09/06/15 01:45 / 269 Artigos publicados
 

A Revolução da Alma  escrito em segunda 15 junho 2009 01:45

 

Saia da ansiedade, faça uma amizade de AMOR com sua ALMA.

Ninguém tem o poder de interferir na sua felicidade, portanto não entregue sua alegria, sua paz, sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém.

Somos seres de luz vivendo uma experiência aqui na terra, e somos livres para viver esta experiência. Somos os únicos responsáveis pelos sucessos e fracassos desta experiência. Esta responsabilidade não pertence a ninguém e também não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.

Se você anda repetindo muito "eu preciso tanto de você" ou "você é a razão da minha vida" = ALERTA = cuidado = PERIGO. Remova essas palavras e principalmente a ação destas palavras na sua vida. Estas afirmações fazem muito mal ao seu "eu" interior, à sua alma.

A ansiedade e a depressão são o resultado de uma desconexão com as verdades e valores do seu "eu" interior, com a sua alma. A razão da sua vida é você mesma.

A sua paz interior é a sua meta de vida. Ao sentir um vazio na alma, ou que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo, pare tudo por uns instantes, fique em silêncio, remeta seu pensamento para os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você. Busque as suas verdades e valores internos.

Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você. No externo. Não coloque objetivos longe demais de suas mãos. Ou em pessoas e fatos. Perceba somente os seus reais objetivos, aqueles estão ao seu alcance hoje.

Se você anda desesperada por problemas financeiros, amorosos ou de relacionamentos familiares, busque em seu interior a resposta para se acalmar. Você é o reflexo de tudo que pensa diariamente. Pare de pensar mal de você mesmo, e seja sua melhor amiga sempre.

Acredite, a vida nos coloca, amorosamente, diante de uma sucessão de desafios para nos fazer crescer, evoluir. Cada desafio significa uma oportunidade única para experimentarmos nossa disponibilidade para crescer.

Sorrir significa aprovar, aceitar, ser flexível e inteligente. Significa felicitar e agradecer a vida. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor. Com um sorriso no rosto as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesma, que está "pronta" para ser feliz.

Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de esperar a felicidade sem esforços. Pare de exigir das pessoas aquilo que nem você conquistou ainda. Critique menos, trabalhe mais.

E, não se esqueça nunca de agradecer. Quando você agradece, a energia do "Universo" se instala em você. Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor.

Nossa compreensão do "universo", ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja na nossa vida.

Por fim, acredite que não estamos sozinhos um instante sequer. Você pode, através de uma prece simples e de coração, acionar forças maiores que quaisquer problemas.

Una-se a Deus nos momentos de alegria. Una-se a Ele nos momentos de reflexão. Isto irá garantir uma facilidade maior de contato nos momentos menos alegres. Pense nisso, e seja feliz.

Peça ajuda a Ele, para que cada vez mais você possa perceber a presença e a confiança Dele em você. Tudo o que ele quer é que você cresça. E para isto, basta estar alinhada com a sua alma. Ouvindo o seu coração sobre tudo o que realmente é seu.

 

 

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Relacionamento Afetivo: Um Desafio do Autoconhecimento  escrito em sexta 05 junho 2009 01:41

 

Quando uma pessoa procura terapia para melhorar o seu relacionamento afetivo ao menos uma coisa é certa: vai ser preciso ajuda-la a ver melhor a si mesma e a pessoa amada.

Relacionamento afetivo é sempre uma mistura de amor e ilusões...

Amor pelo outro.

Amor pela vontade de compartilhar a sua vida com alguém.

Amor pela vida a dois.

Mas também uma dose, maior ou menos, de ilusão.

Ilusão de que o outro vai trazer a tão procurada felicidade.

Ilusão de que o outro vai acabar para sempre com a solidão.

Ilusão de que o outro vai trazer a paz de espírito.

Ilusão de que o outro vai trazer segurança.

Quando a pessoa percebe que a convivência traz sofrimento e frustração, tem a sensação de que foi pega em uma armadilha e geralmente começa a procurar um culpado por estar se sentindo infeliz.

Geralmente no inicio, ela culpa a si própria. Começa a lembrar de seus fracassos e dificuldades nos relacionamentos interiores, acredita que está fazendo tudo errado e por mais que se esforce não consegue sair do buraco. Pensa que está feia, gorda demais, desagradável, briguenta, mal humorada...

Quando essa auto-tortura fica insuportável, a pessoa passa, então a atacar o parceiro. Cada ação do outro é capaz de inspirar um sentimento de irritação que parece absolutamente justificado. Até a forma de comer dele torna-se irritante o jeito de falar com qualquer pessoa parece mais atencioso do que a maneira com que fala com o parceiro.

E assim, se instala o silencioso processo de decepção com o outro, com o amor e com a vida...

A terapia de pessoas que buscam relacionamentos verdadeiros, sempre envolve o rompimento com os ideais de relacionamento perfeito. A consciência de que para trilhar o caminho do amor é necessário mais do que paixão, é preciso que haja compromisso, aceitação, respeito e dedicação. Ter uma percepção clara de si mesmo e do outro.  Enfim, é aprender a valorizar o amor e transformar as imperfeições em zonas de crescimento.

Sabemos que temos diferenças grandes, mas estamos dispostos a ser compreensivos com nossas mazelas para aprender a amar.

Sabemos que temos projetos diferentes mas respeitaremos a autonomia do outro para conseguirmos aplaudir as suas vitórias.

Nesses vários anos atendendo pessoas com dificuldades em seus relacionamentos, observei que os casais que criam relacionamentos sólidos freqüentemente não soa aqueles mais apaixonados, mas os que tem o compromisso de evoluir juntos e que aprenderam a amar não somente o outro, mas também a vida que construíram.

E você??? Como está o seu comprometimento com o amor de verdade???

 

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Lixo No Lixo  escrito em segunda 01 junho 2009 01:35

 

Não permita que coisas sujas do passado poluam o seu presente.

Depois de lacrar um saco de lixo você o reabre para rever o que há lá dentro? Geralmente só remexemos o lixo se algo de valioso tiver sido perdido. Isso, porque lidamos com a hipótese de o termos lançado fora sem querer. Se não é esse o caso, o que tiver ido para o lixo nós não mais veremos e sequer lembraremos de tudo que está ensacado e pronto para sair de nossa casa. Se esse saco ficar conosco ainda por alguns dias, e nós o reabrirmos por qualquer motivo, o cheiro estará insuportável, micróbios existirão aos montes e nossa saúde poderá estar sendo severamente ameaçada.

O mesmo acontece quando guardamos e remexemos tudo o que de ruim já passou por nossa vida. Sempre que deixamos que nossa mente se perca em más lembranças, nós estamos reabrindo um "saco de lixo". É bem provável que esteja aí a causa de muitas doenças físicas e mentais.

Volte um pouquinho seus pensamentos para aqueles que já lhe fizeram algum mal e veja como você se sente. Reveja as mágoas, os ressentimentos, as raivas, os desapontamentos, as desilusões, as decepções e pense no "cheiro" que tudo isso tem. É assim que você remexe os lixos guardados dentro de si. Há quanto tempo eles estão guardados aí? Por quanto tempo você ainda os guardará?

Pergunte-se: "Pra quê me serve toda essa sujeira?"

Observe honestamente a resposta.

Sujeira atrai mais sujeira, lixo atrai mais lixo, lembranças nocivas atraem miséria material, física e espiritual. É isso que você deseja para si mesmo? Coloque seus pés no limpo chão do presente: ele é o caminho para um limpo e feliz futuro. Agarre-se às suas metas, busque realizar os seus sonhos, guarde os tesouros já recebidos. Você só merece ser feliz.

Por uma vida mais digna, por um futuro melhor, jogue o que é lixo no lixo.

 

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O Sexo Já Foi Um Comício, Hoje É Um Mercado  escrito em sábado 30 maio 2009 03:59

 

Eu só penso em sexo. Você também, recatado leitor. Todos os nossos sentimentos estão sendo canalizados para um mesmo buraco. Nunca vi a mídia tão sexualizada como hoje em dia. Ando pela rua e todos os outdoors são de mulher nua — outro dia, quase bati o carro na Marginal Pinheiros, por causa da lourinha nua da “Playboy”. Todas as capas de revista, tudo, é uma grande feira de mulher gostosa e homens raspadinhos. Tudo parece liberdade, mas a coisa é outra.

Esse programa do SBT, por exemplo, “Casa dos artistas”, joga com uma aparente liberdade, mas trabalha com um voyeurismo baixo nível, com o público apenas querendo ver “quem come quem”. O desejo do público é ver pelo “buraco da fechadura” a pretensa “descontração” dos “artistas”, pois para a população de pobres trabalhadores, artista ainda é sinônimo de prostituta ou malandro, como para Silvio Santos, como no século XIX. Por que não mostram a casa das elites? Ou a casa do próprio Silvio? Não. Ali, não. Ali moram as famílias, a base social da revista “Caras”, longe dos “sem-vergonhas” de sunga. Nunca vi tanta propaganda na mídia do sexo de consumo, a azaração e o sexo quantitativo te levando a comprar um sabonete ou a beber uma cerveja. A propaganda nos promete uma suruba transcendental. Todos queremos ir. Mas onde é?

Diante desta orgia pública dos milhares de corpos malhados de moças pobres e esperançosas, nos sentimos mal comidos, insatisfeitos, certos de que há uma casa de artistas de TV e playboys que se dão melhor que nós. Todos somos otários diante deste harém movente de apresentadoras, modelos, malandros e heróis sem camisa.

Antigamente, ou seja, nos anos 60 (oh... os recentes anos remotos) o sexo era uma novidade política, depois dos caretíssimos anos 50, quando até a gravidez era uma espécie de doença venérea, como disse o Rubem Braga. O sexo tinha algo de crime, algo de secreto, o pecado perfumava nossas vidas com o estímulo da culpa. Não havia motéis, nem pílula que, depois, fizeram mais pela liberdade sexual que mil livros feministas.

Nos anos 60, sexo era revolução política. Tudo era político. Eu me lembro da carta de amor de um comuna amigo meu que dizia para a mulher amada: “Querida, nosso amor é também uma forma de luta contra o imperialismo norte-americano”. O sexo dos anos 60, o sexo teórico, o sexo utópico, mitológico (para pequeno burguês intelectualizado, claro...) era o apagamento de diferenças, uma normalização do prazer que abria as comportas da liberdade para outras conquistas sociais. O orgasmo para Reich e seus seguidores era uma espécie de vitória contra a burguesia. O sexo dos 60 era um comício, mas tinha o defeito de acabar com a culpa, com o limite, com o proibido. Todas as sacanagens foram testadas, mas chegou-se ao outro lado com uma vaga insatisfação. O que faltava? Faltava o pecado. Sem o pecado ficamos insuportavelmente livres.

Com a re-caretização do mundo nos anos 70 (o mundo gira com movimentos de vai-e-vem, como uma cópula) a liberdade aparente conquistada andou para trás. A desrepressão deu lugar à “des-sublimação repressiva”, como nomeou Marcuse, uma “liberdade” tão ostensiva e grossa que é um louvor à proibição. Depois de Jimi Hendrix, tivemos os BG’s, depois de Woodstock, tivemos “Saturday Night Fever”, depois de Janis Joplin, tivemos Olivia Newton-John. Os sonhos viraram produto. Criou-se um mercado da liberdade. Todas as conquistas dos anos 60 viraram fetiches de consumo: revolta, igualdade, utopias, até o desespero e a angústia passaram a vender roupas e costumes.

A partir dessa época até hoje, sob a aparência de grandes euforias narcisistas, de gestos e risos de prazer, há uma volta à caretice; no mundo de bundas e coxas lipoaspiradas, seios siliconados, bofes comedores, existe um regressismo oculto. O sexo, que prometia ser a democratização do corpo para todos (ohh utopias...) voltou a ter uma clara configuração “de classe”. A anatomia virou uma das poucas portas de fuga da classe baixa. Com a democratização e a sociedade de massas, o sonho pequeno burguês de um orgasmo utópico foi apropriado pelos excluídos como uma saída para a miséria. Nuas, todas as mulheres são iguais, a democracia da bunda. Lembram-se da menina mendiga que tentaram transformar em modelo ou da moça do MST que foi para a “Playboy”? A bunda é a esperança de milhões de Cinderelas. A mídia e a propaganda compraram a liberdade, que não é mais “uma calça velha desbotada”, mas é a superação do pudor, da intimidade. Se alguma mulher ficar famosa, tem de tirar a roupa. O strip-tease é a anti-burka, mas, no fundo, meio igual. A pessoa não tem mais um corpo, o corpo é que tem uma pessoa, frágil, tênue, morando dentro dele. De dentro dos maiores “aviões” de bumbum exposto, de seios balouçantes, de coxas frementes e atemorizantes, sai uma vozinha romântica, desejando amor e filhos, pureza e lar. O corpo e a pessoa são duas coisas diferentes, a menina mostra sua bunda como se fosse uma irmã siamesa. Tanta oferta sexual me angustia, me dá a certeza de que meu desejo é programado por outros, por indústrias masturbatórias, me provocando tesão para me vender satisfação.

Ninguém mais quer ser “sujeito”: todos querem ser produtos. Ninguém quer ser livre, todos querem ser mais usáveis, consumíveis. O corpo tem de dar lucro. Todo mundo quer ser coisa. Ser “coisa” é melhor, não sofre de dúvidas, conflitos, humilhações. Queremos ser BMW’s, aviões, lanchas de luxo, queremos ser desejados como um jet-ski ou um vestido da Daslu.

 

(Arnaldo Jabour)

 

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Memê  escrito em quinta 28 maio 2009 03:55

Há tempos atrás postei um artigo um que dizia que não iria mais responder a prêmios e afins, mas recebi este da querida Lourdes e adorei. Achei muito criativo e divertido, então contrariando o post anterior sobre o assunto, segue minhas respostas. Mas não vou indicar ninguém.

 

Onde está seu celular?

R: em cima da minha mesa.

E o amado?

R: em Campinas.

Sua mãe?

R: na casa da tia Ângela.

Seu pai?

R: está junto com a minha mãe.

Seu irmão?

R: saiu com os amigos.

Seu filho?

R: ainda não tenho.

Cor do cabelo?

R: castanho claro.

O que mais gosta de fazer?

R: estar com os meus amigos.

Onde você está?

R: no meu quarto.

Onde você gostaria de estar agora?

R: nos braços do meu amor.

Onde você gostaria de estar daqui a seis anos?

R: formada, com o meu próprio escritório de arquitetura e com o amor de sócio, kkk.

Onde você estava há seis anos?

R: ótima pergunta. Não faço a mínima idéia.

Onde você estava na noite passada?

R: Na faculdade.

O que você não é?

R: fresca, kkkkk.

O que você é?

R: hiperativa.

O que você vai comprar hoje?

R: acho que nada, não pretendo mais sair de casa hoje.

Qual sua ultima compra?

R: uma coca-cola na padaria aqui do lado de casa. Kkkkkk.

O que você está usando?

R: calça de agasalho e regata.

O que está passando na tv?

R: O ilusionista.

Seu cachorro?

R: morreu há dois anos.

Seu computador?

R: essencial. Um mal necessário e viciante.

Seu humor?

R: maravilhoso.

Com saudade de alguém?

R: sim. Do amado.

Perfume que está usando?

R: Só desodorante Rexona.

Ultima coisa que comeu?

R: Macarrão

Fome de que?

R: de chocolate. Ai que vontade!!!!

Preguiça de?

R: estudar pra prova da Lis.

Próxima coisa que pretende comprar?

R: Isopor pra aula do Caius.... kkkkk

Seu verão?

R: sensacional, cheio de surpresas e conquistas.

Ama alguém?

R: Demais.

Quando foi a ultima vez que deu a ultima gargalhada?

R: a cinco minutos com o Edu.

Quando chorou pela ultima vez?

R: Sábado passado, quando estava puta da vida com algumas coisas e pessoas e chorei de raiva.

 

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